sexta-feira, 16 de junho de 2017

LANÇAMENTO: STORY OF THE SON - ESTRANGEIROS


Pra quem conhecia o trabalho do Soberano e não sabe mais por onde andam os integrantes após o término da banda, você precisa conhecer o Story of the Son que é uma banda composta pelos integrantes Jennifer (voz), Jonas (bateria) e Caw (guitarra) e agregando Ruan (guitarra) e Leonel (baixo). 
A banda lançou seu primeiro Ep pela Onerpm e pelas plataformas digitais e tem sua musicalidade que lembra bem as bandas Paramore, Flyleaf, Fireflight e Wolves At The Gate. Os links estão abaixo para download e para ouvir nas plataformas digitais. Assista também o clipe.

DIVIRTA-SE:








sexta-feira, 28 de abril de 2017

domingo, 23 de abril de 2017

segunda-feira, 17 de abril de 2017

quinta-feira, 6 de abril de 2017

RESENHA DE LIVRO: OS CLÁSSICOS DA POLÍTICA - FRANCISCO C. WEFFORT


 Uma das minhas muitas paixões literárias além da Teologia, da Filosofia e do Direito, uma delas é a ciência política. Confesso que quando li esse livro no meu primeiro semestre do curso e hoje, já concluindo e lendo-o pela segunda vez, tenho uma compreensão muito melhor da leitura. E com certeza, esse livro que indico organizado pelo Francisco C. Weffort com seus autores internos, você terá uma compreensão melhor do pensamento político filosófico. 

O autor em seu prefácio já nos brinda que "a desgraça dos que não se interessam por política é serem governados pelos que se interessam"(pág.8) e fato real e verdadeiro até os dias de hoje. Basta o candidato ao cargo governante utilizar bem do populismo. Um pensador é um clássico porque suas ideias permanecem até hoje por conta da construção do seu pensamento ser atual até os dias de hoje. 

Somos brindados com:

Nicolau Maquiavel - amado por uns, odiado por outros, sempre lembrado no termo vulgar como maquiavelismo, alguém dos fins que justificam os meios. O livro nos brinda com sua rápida biografia e a base do seu pensamento como: 

  • A Verdade Efetiva da Coisas - Esqueça o pensamento do "dever ser". Maquiavel se atenta no que é de fato e verdade, ou seja, ver e examinar a realidade como ela é e não como se gostaria que ela fosse. Ele tira a ideia do Estado romantizado por uns e se foca na estabilidade do Estado. O príncipe tem que ser meio homem, meio animal, como o centauro - ora fazer valer a lei, ora coagir pela força. O Estado deve ser construído por homens que desejam evitar a barbárie. Entende que o mundo da política não leva ninguém ao céu, mas sua ausência pode causar o pior dos infernos.
  •  Anarquia x Principado e República - Ele apresenta a briga dos que querem dominar e dos que não querem ser dominados. O que me chamou a atenção nesse tópico é que se ambas as forças opostas quisessem o domínio, a mais forte prevaleceria. 
  • Virtú x Fortuna - Ele apresenta a ideia de que a Fortuna é uma deusa que quer ser seduzida por homens fortes e esforçados, logo, os que a seduzem, ela dá a virtude de adquirir riquezas (virtú).
Maquiável, dentro da minha cosmovisão cristã, criticou tanto o controle de Deus sobre as coisas que ele tentou diversas vezes entrar na área política e toda vez que estava perto de alcançar algo, ele acaba perdendo. Isso é para afirmar que "Se o Senhor não guardar a cidade, a sentinela não é protetora". Todavia, ele escreveu essa grande obra que nos ensina a governar de maneira equitativa, ou seja, punir quem deve ser punido e agraciar quem deve ser agraciado. O príncipe não pode ser bonzinho demais ou tirano de mais.

Thomas Hobbes - Hobbes, como Maquiavel e até Rousseau em certa medida, eram considerados pensadores malditos por suas ideias políticas e da sujeição da religião ao Estado. Ele escreveu o Leviatã num período que passou por uma terrível guerra civil e ele mostra o Estado como monstruoso e o homem belicoso (homem lobo do homem), diferente das ideias aristotélicas sobre o Estado paternalista e homens bons. Era um contratualista e como um, entendia que os homens viviam num Estado de Natureza (Jus Naturalis) sem governo ou regras e firmaram um pacto entre si. Alguns podem pensar que como selvagens poderiam firmar um pacto? Para os contratualistas, o homem sempre foi o mesmo que é hoje. Hobbes pontua:

  • Generalização da Guerra  - Para Hobbes, os homens não são iguais, eles são tão iguais que se matam por qualquer coisa, seja para tomar a propriedade do outro, a mulher do outro ou apenas por mero capricho que é a glória pessoal. O homem hobbesiano mata por mero capricho e ninharia. Um homem encontra o outro, eles se matam seja por medo ou defesa pessoal. É o "homem lobo do homem" dentro do seu Estado de Natureza, em que ele pode fazer o que quiser e o que bem entender.
  • Como por Fim a esse Conflito - O individualismo hobbesiano não é o burgues, pois esse não almeja bens, mas honra - por isso mata por ninharias. Mata em nome da honra. O Estado de Natureza para ele é uma guerra constante de todos contra todos. Logo, os homens firmam o pacto, o contrato e transferem todo o poder a pessoa do soberano que representa o Estado, logo esse que não pode ser julgado pelos seus súditos. É o Estado dotado de espada, armado, para forçar os homens ao respeito. É o "abrir mão da liberdade para que se tenha segurança".
  • Igualdade e Liberdade - Hobbes entende que a palavra liberdade insurja paixões, logo, repito que ele abre mão da liberdade para ter segurança. O homem renunciou seu direito de natureza ao firmar o pacto. O soberano não perde a soberania se não atingir os desejos de cada súdito. Ele nem sequer é julgado por seus súditos. 
  • O Estado, O Medo e a Propriedade -  O Estado Hobbesiano é marcado pelo medo. A propriedade pertence ao soberano. 
John Locke - Conhecido como pai do liberalismo clássico, entendia também do Estado de Natureza, Locke conclui, por influência liberal, que Deus tinha dado ao homem vida, liberdade e PROPRIEDADE. Sim, o assunto é a propriedade privada. Diferente de Hobbes que apoiava a invasão do Estado em tudo para dar segurança, Locke apresentava a ideia de que o Estado deveria ser limitado e combatido no caso de ele interferir na Propriedade Privada do indivíduo. Esse é o direito de resistência, ou seja, se o Estado interferir na propriedade, ele deve ser combatido.

Montesquieu - Esse pensador trouxe a ideia da tripartição dos governos e dos poderes. Ele definiu a lei como "relações necessárias que derivam da natureza das coisas"(pág.115) e por isso, carregam empirismo, todavia, o foco de Montesquieu não era as relações dos homens entre si, mas o que já foi positivado.

  • Os três Governos - Ele conceitua em "monarquia, um só governa através de leis fixas e instituições; na república, governa o povo todo ou em parte (república aristocráticas); no despotismo, governa a vontade de um só"(pág 116). O modelo proposto pelo pensador é o da república, pois o povo governa na figura de um representante, pois o próprio não sabe se governar. 
  • Os três Poderes - Ele apresenta o conceito dos poderes Executivo - faz, Legislativo - cria e Judiciário -julga, que são aplicados até hoje. 
Rousseau - Cria que o homem nascia bom, mas a sociedade o tornava mal. As artes eram a distração desse homem mau, pois não teria tempo de maquinar a maldade na mente. Era uma pessoa avessa a salões e cortes.
  • O Pacto Social - Rousseau vai bater nessa ideia do contrato social proposto pelos contratualistas, o surgimento da propriedade privada, os homens se sujeitarem as leis... Para o autor, a sujeição a lei só é boa se for de maneira deliberada e não imposta e que tudo deveria ser governado pelo povo. Foi considerado o pai da revolução. "O homem nasce livre e encontra-se aprisionado"... (pág. 194).
  • A Vontade e a Representação - Para o autor, o pacto social é a alienação, típica de discursos esquerdistas de quem não "se aliena as ideias deles", o monarca é um funcionário do povo e ele já carrega um pessimismo de que uma sociedade já corrompida não pode mais voltar ao Estado de Natureza anterior, ou seja, sua liberdade é irrecuperável. 
O Federalista - Série de artigos publicados por Hamilton, Madson e Jay, eles definiram a Constituição dos E.U.A. Foi focado numa teoria política moderna e não usou exemplos da Antiguidade.
 Propunha uma nova forma de governo focado nos indivíduos. Madson chegou a falar da maldade humana e da força das leis, pois se fossem anjos, não precisariam de governo. Adotou-se a separação dos poderes para evitar tirania e institui o Senado e a paralisação dos governos populares.


Essa é a minha pequena resenha. 

segunda-feira, 6 de março de 2017

DOWNLOAD: DIOR ELIAS - RAÍZES


Músicas que Dior tocava na Igreja do Senhor Jesus em Venâncio Aires -RS, onde começou suas raízes cristãs. Editora Vento Sul.






sábado, 4 de março de 2017

RESENHA: PÁTRIA CELESTE - HOMEM NOVO x MUNDO NOVO


 Eu estava devendo uma resenha aos caras, pois devido a minha vida ser um só, confesso que não tenho uma rotatividade fixa no blog e nem no vlog Cristo Suburbano, mas com certeza essa é uma banda do cenário JCHC nacional que vocês precisam conhecer na sua integralidade. Fiz essa resenha do Pátria Celeste e o que falaria da banda? É uma banda que ao meu ver, agrega elementos do punk rock, do SKA e do Oi! e faz um trabalho muito bacana. Lembra algo similar também ao Plebe Rude. Como conhecedor do gênero, não posso negar que percebi algumas influências musicais que citarei na resenha de música por música. Vamos lá:

Incondicional - A banda tem uma levada inicial que lembra um pouco da surf music e depois o SKA, e esse surf music já ouvi até em bandas como Dead Kennedys, o que é interessante. Um solo muito legal também. A letra também fala do amor incondicional de Deus. Contra Maré tem uma levada de SKA e um baixo que me lembra a música do The Cure "Jumping Someone Else's Train" com um Rock muito maneiro. Nade contra a maré do sistema desse mundo. Tem Gente é bem cadenciado na bateria e sabe o que eu mais gosto na banda? Uma levada oitentista gravada com os recursos atuais. Essa é a música que eu fecho os olhos e penso: nossa! O Plebe Rude gravou algo novo? Escutem esse som! O Sol Não Se Apaga é uma música que lembra aquela batida bem "Paralamas do Sucesso" que me lembra Meu Erro que é uma música da banda mencionada. Bem agradável aos ouvidos. Intervalo é para mim a música mais pesada do disco. Tem aquela pegada punk rock que é pra galera fazer a roda e agitar.

Sobre o disco todo eu posso dizer que se você gosta de elementos dos anos 80, você deve ouvir. Se você não gosta, curiosamente você tem que ouvir. É uma banda muito boa e fico feliz de ela fazer parte já de duas coletâneas do Selo Cristo Suburbano. 








Vídeo Contra a Maré ao Vivo.